Agosto 2014 | Blog do Joanir

Ode ao amor

domingo, 31 de agosto de 2014
O que é o amor?
o que é amar?

Queria dissertar
queria compor

Ou talvez propor
no meu, no seu, ou no tempo que for

Não tem, a resposta, importância
amor existe mesmo na distância

E o tempo, que passe
pois ele não apaga o que renasce

Uma explicação?
- Para o coração?!

Melhor do que perder tempo tentando
é ganhar tempo te amando.


Imagem: http://www.pageresource.com

Horário Eleitoral Gratuito Obrigatório do Mas qué sé yo

sexta-feira, 29 de agosto de 2014
Interrompemos nossa programação para a exibição do Horário Eleitoral Gratuito Obrigatório (hEGO) do Mas qué sé yo. Dentro de alguns instantes, voltaremos com a nossa programação normal. É obrigatório, né gente, temos que fazer isso, infelizmente.

Eleições 2014 - Mas qué sé yo
Eleições 2014
Começa agora o programa do candidato Ito, o candidato à presidência do blog. ♪ Ito presidente | Ito com a gente | 007 na mente | Ito presidente! ♫ . - Caro (e)leitor, se eu for presidente, muita coisa mudará neste blog. Primeiramente, prometo textos de ótima qualidade todos os dias, 24 horas barra 7 dias barra 12 meses. E não só isso, prometemos que não cometeremos os mesmos erros que o atual presidente comete, como falta de "s" em vários textos. Você mesmo pode conferir, altos textos sem adequação gramatical. O nosso projeto de governo está fundamentado principalmente na valorização dos leitores. Assim, para que não falte nada aos senhores, criaremos o bolsa leitura. No que consiste essa bolsa? Todos os meses, os senhores ganharão um incentivo a mais para a leitura e para a prática dos comentários, tão desvalorizada na atual administração. Além disso, concorrerão a prêmios mensais. Por isso, dia 5 de outubro de 2014, diga sim para mim. Sim Salabim ♪ Ito presidente | Ito com a gente | 007 na mente | Ito presidente! ♫ .

Nosotros debemos combatir la hegemonia de la lengua portuguesa en ese blog. No es posible que un blog con título castellaño sea plenamente escrito en portugués. Por eso, si usted está insatisfecho con esto, el día 5 de octubre, elija a mí, El pelego escritor, número 131.

Olá, caro leitor. Nosso blog está quase com um ano de funcionamento e durante esse tempo já passamos por muita mudança. Talvez você nem tenha percebido, mas as mudanças estão aí e caso eu seja reeleito, continuaremos mudando e sempre para melhor. No que se refere ao layout, criamos a partir de um modelo um design super moderno, com barra fixa no topo da página com menus importantes para as principais páginas. No que se refere ao conteúdo, criamos alguns tópicos para facilitar a sua leitura, como os marcadores "Dicas", em que postamos dicas e tutoriais. Implementamos uma loja, algo nunca feito antes na história de nossos blogs, Lá, você pode solicitar os seus produtos ou serviços. Fizemos uma grande reforma na página inicial, que agora conta com resumos das postagens com fotos e botões interativos. Além disso, criamos um método de incentivo ao comentário livre, com a opção de comentar com sua conta do Facebook. Só não vê as mudanças quem não quer. Permita-nos continuar mudando pra melhor. Vote em mim, número 023.

Meu nome é Drummondéias, 255. Coligação PPP, Perêrê, CQC, Elelê.

Encerra-se nesse momento a transcrição do hEGO. Voltamos agora com a nossa programação normal.

Qual criatura mitológica você é?

segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Esse é mais um daqueles joguinhos chatos que vemos no Facebook (embora esse não seja do Face, vi ele por la e acessei o site. Qual criatura mitológica você é? O meu resultado, acreditem ou não, é um "Unicórnio". 

Se o jogo é chato e tudo mais, por que é que eu estou publicando isso aqui? Simples. Na postagem Conhecendo os meus leitores eu usei essa criatura no formulário. Aliás, se você quiser conferir, é só clicar no link e responder as questões (até agora 4 pessoas já responderam; participe também).
E esse não é o único post em que eu usei os Unicórnios como exemplo. Em Os signos estão errados também escrevi sobre eles.

Não gostei desse chifre!
Bom, é como eu disse no post dos signos. Geralmente, os resultados vem com um texto genérico que serviria pra qualquer um, ou boa parte das pessoas. De qualquer jeito, é divertido. Se você quiser ver qual criatura mística você é, confere aí: Qual criatura mitológica você é. Também há outros testes lá. Até a próxima.

Meu Facebook está mandando links com vírus - O que fazer?

sábado, 23 de agosto de 2014
Se o seu Facebook está  mandando links com vírus o tempo todo para os seus contatos e você não sabe o que fazer, acompanhe as dicas deste post, que vão desde o benzimento da sua rede até a desinstalação de algumas coisas suspeitas da sua máquina. Vem que tem!!

Meu Facebook está mandando links com vírus - O que fazer?
Links maliciosos no Facebook

Principais causas

Devo esclarecer que seu Facebook não está com vírus. Sério! Ninguém se apossou dele, ou algo parecido. O que aconteceu, provavelmente, foi que você, ou algum parente, instalou um programa qualquer e não leu as etapas desta instalação. Deste modo, acabou instalando programas parasitas e extensões para o seu navegador. Outra hipótese é que você tenha clicado antes em alguns destes spam e acabou instalando algum aplicativo na sua conta, aplicativo este que fica enviando essas malditas mensagens.

O que fazer

A primeira coisa é levar pra benzer. Isso ajuda muito. Os seguintes passos também são importantes. Vamos conferir:

Extensões: Em 95% dos casos, elas são as vilãs causadoras destes links maliciosos. Extensões são complementos dos navegadores. São úteis quando são úteis. Mas, são chatas quando são chatas. Lógica pura. Para acessá-las, no Google Chrome, acesse o Painel de controle do navegador (aquela "escadinha" no canto superior direito),  vá em Mais ferramentas e selecione Extensões. Na janela que abrir, verifique as extensões instaladas e desabilite ou remova as que você não instalou ou achar suspeitas. (Nota: as extensões e programas usados para ilustrar esse tutorial não são maliciosos. Servem apenas de exemplo).
Configurações de Extensões do Google Chrome
Desativar ou remover Extensões
Nos outros navegadores, o processo é parecido. No Firefox, acesse o Painel de controle do navegador (aquela "escadinha" no canto superior direito), vá em Complementos e selecione Extensões. Já no Internet Explorer, acesse o Painel de controle do navegador (aquela "engrenagem" no canto superior direito), vá em Gerenciar Complementos e selecione Barra de Ferramentas e Extensões.

Aplicativos no Facebook: A causa pode estar também nos aplicativos que você instala no seu Facebook. Sabe aquelas pessoas que jogam e ficam mandando (involuntariamente) convites e recordes dos jogos?! Então, esses aplicativos maliciosos funcionam do  mesmo jeito. Para acessá-los, clique no Painel de controle do Facebook (aquela "flecha pra baixo" na parte superior direita da página, ao lado do cadeado), clique em  Configurações e selecione a aba lateral Aplicativos. Clique em Mostrar tudo para exibir todos os aplicativos. Se encontrar algum aplicativo estranho, você pode removê-lo, ou editá-lo, trocando sua visibilidade para "somente eu".
Configurações de aplicativos do Facebook
Desativar ou remover Aplicativos no Facebook

Programas no PC: Trata-se dos programas parasitas - aqueles que vêm sem ninguém pedir juntos com um programa. Na verdade, acabam sendo instalados porque o usuário - sim, você (ou seu parente) - não leem tudo o que está escrito na instalação do programa desejado. Geralmente vem um "instalar também..." e você acaba "aceitando". Por isso, é muito importante ler tudo, até os "termos de uso". Para verificar se o problema está aqui, acesse o Painel de controle do seu computador (você pode digitá-lo no Menu Iniciar) e selecione Programas e Recursos e/ou Desinstalar um programa (depende como seu painel está configurado). Na lista que aparecer, verifique se há algum programa suspeito e remova-o.
Painel de Controle do Windows - Desinstalar programas
Painel de Controle do Windows

Está com dúvidas?

Se você ainda está com dúvidas, solicite um atendimento virtual agora mesmo, clicando no link abaixo. Entraremos em contato com você e faremos todos os processos remotamente.
Clique aqui para solicitar uma ajuda

Conclusão

Se depois dessas dicas, sua conta do Facebook continuar a enviar esses links, envie seu computador para o benzimento, ou exclua sua conta - seus contatos agradecerão. Outra dica importante: fique sempre ligado ao que você instala, acessa ou aceita, tanto no Face, como em qualquer outro site.

Biblioteca de áudio gratuita

quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Você sabia que o Youtube oferece uma vasta biblioteca de áudio para você baixar e pôr em suas produções audiovisuais? E você pode acessar essa lista de sons - que vão de músicas de diversos gêneros até efeitos sonoros - gratuitamente. Confira como acessá-la.

Para acessar o link diretamente, basta clicar aqui para acessar a biblioteca de áudio. Para saber como chegar até ele, na página do youtube, clique no ícone do seu canal [1], na parte superior direita e clique novamente em Estúdio de criação [2].
Passos 1 e 2
Agora é só clicar em Criar [3] e acessar à lista.
Passo 3
Você pode escolher entre Músicas e Efeitos Sonoros [4]; ouvir o som desejado [5] e baixá-lo [6] diretamente para o seu computador.
Passos 4, 5 e 6
Estes sons estão livres de direitos autorais e você pode usá-los à vontade. Boas produções!!

Conhecendo os meus leitores

terça-feira, 19 de agosto de 2014
E aí pessoal, tudo bem com vocês?! Estamos mais uma vez iniciando uma postagem sem saber ao certo o que escrever, mas com uma ideia na cabeça. Vocês sabem um pouco de mim (e quem me conheceu no outro blog sabe um pouco mais). Porém, eu não sei quase nada de vocês. Isso é triste né?! Então, proponho neste post  um espaço para isso.

E como vai funcionar? Muito simples: basta você responder o questionário abaixo, muito rápido e divertido. Conto com a participação de vocês. Se quiser, envie uma foto sua.



Os ditos "futuro do nosso país"

segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Ontem, fui ao lago com azamigas (um amigo iria também, mas acabou não indo) e foi muito legal. Até mesmo a chuva que nos expulsou do local foi um atrativo a mais (é maneiro ver o povo fugindo das águas). O problema foi na hora de voltar, ao pegar o ônibus coletivo e me deparar com a juventude de hoje.

Realmente, estou preocupado com o país, já que as crianças de hoje são o nosso futuro. O que vai ter de zoeira mais pra frente é algo a se pensar. Imagina só, daqui a 10 anos um moleque de hoje (que lá terá seus 20 e poucos anos) fazendo uma entrevista de emprego:
- Então, Pedro, qual sua pretensão aqui na nossa empresa?
- O que é pretensão, coroa?
Imagem: http://www.desfavor.com
A juventude atualmente está burra. Isso mesmo, parece até contradição que numa época onde o conhecimento está tão disponível e as coisas tão precoces, as crianças utilizem todas essas facilidades apenas para besteiras, para zoeiras, para quererem se aparecer. Creio e torço para que no meio de tantos, existam uns poucos que saibam aproveitar o que anos de história e avanços os está proporcionando.
Voltando ao ônibus, sentei-me num banco perto da janela. A chuva já tinha me dado um baita banho e ainda assim aumentava cada vez mais. Nesse instante de observação (e preocupação), alguns "jovens" entraram no ônibus fazendo o maior barulho. Estavam "em casa", como se só eles estivessem ali. Não se importavam com os outros usuários do transporte. Gritavam e faziam de tudo para serem notados. Carência? Que nada! Falta de educação mesmo! Motivos? O mais gritante e evidente é a desestruturação da família e a estatização dos menores. Explico. Primeiro: já faz muito tempo que os pais deram à escola a obrigação de educar seus filhos. Escola é e sempre será um lugar de ensino, não de educação. É preciso saber diferenciar uma coisa da outra. E segundo: criaram-se leis idiotas de que criança  (com 14 ou mais anos) não podem trabalhar, mesmo querendo. Aos pais foi proibido disciplinar. Nas escolas, o professor não pode mais ensinar ao alunos; tem-se que valorizar o cotidiano do mesmo. Tem um teórico (não me recordo o nome dele) que disse algo mais ou menos assim:
O papel da escola não é o de mostrar a face clara da lua, mas sim o de mostrar o que está na parte escura, onde a olho nu, não se pode ver.
Em outras palavras, se o aluno vai para a escola aprender coisas do seu cotidiano, como pregam algumas filosofias, não há motivo para ele ir estudar. Está tudo errado. As coisas estão indo de mal à pior. As crianças estão crescendo mimadas e sem conhecimento dos limites e de suas obrigações. É porque "limitar as crianças é podá-las em suas criatividades", diria um teórico aqui. É porque "bater em uma criança, mesmo que para discipliná-la, a tornará traumatizada", diria outro teórico ali. E de dizeres em dizeres, vão tirando os poderes dos pais e dando para o Estado, que serve aos interesses ideológicos de quem está no poder.
Se alguém chamasse a atenção dos adolescentes que estavam bagunçando no ônibus, provavelmente seria tachado como "limitador de criatividades", ou de um "antiquado, ultrapassado, que não deveria expor suas opiniões, pois elas não servem de nada". É assim que está. Não se pode mais pôr limites.
Se continuarmos assim, os ditos "futuro do nosso país" estarão ainda zoando nesse tal futuro, enquanto os velhos "antiguados e tudo mais" estarão ainda trabalhando.

Abro uns parên(teses)

domingo, 17 de agosto de 2014
Antes de tudo, utilizei os títulos assim, com parênteses entre as letras para que esse post se pareça com um artigo científico, mas já aviso, de antemão, que este texto não tem nada que possa ser passível de comprovação, nem mesmo um objeto específico ou método. Mesmo assim, vou escrever em terceira pessoa a partir do próximo parágrafo, que terá um subtítulo.

O uso (in)discriminado exagerado dos parênteses em artigos científicos acadêmicos

Para darmos início ao nosso texto, percebemos que é necessário fazer uma retomada retórica aos primórdios da cultura escrita. No início de tudo, provavelmente não existiam parênteses, mas com o passar dos séculos, algum desocupado viu a necessidade de se criar isso. Consoante aos estudos de Balaktin (1834):
Os parênteses foram introduzidos primeiramente pelos matemáticos, pois era necessário destacar quais equações deveriam ser realizadas primeiro para se encontrar o valor de X. Aliás, o valor de X está nele mesmo, e não nas roupas que ele usa. O X não merece ser julgado (BALAKTIN, 1834, p. 343).
A partir desta explanação, constatamos que os parênteses (muitas vezes confundidos com parentes) tinham o papel de evidenciar. Por esse motivo, Balaktin, que também resolveu discorrer sobre as áreas linguísticas e literárias afirma que:
Não podendo suprimir as forças dos parênteses, eles se expandiram para as demais ciências, percorrendo toda a idade média e se auto-afirmando nas letras. Este processo foi inevitavelmente natural. Contudo, e sem nada, o uso deles transcorreu de forma moderada até a revolução do que se conheceu como o boom da tecnologia e da novíssima tecnologia (BALAKTIN, 1834, p. 512).
Porém, com o estouro das redes sociais, a moderação foi para o espaço. Agora, tudo é permitido e licenciado sob o discurso da zueira never ends, dito pela primeira vez por Pablo Fleira (2007). Em seu livro As rochas nunca falaram br br, Fleira diz que:
A moderação é para pessoas fracas e sem sentimentos. O importante é ser feliz e andar tranquilamente na comunidade onde se nasceu. O uso de br br hue hue huahsuahsuhas é exclusivo de nossa evolução e limitar-lo à internet é moderar a leitura e escrita dos novos emergentes da era digital (FLEIRA, 2007, p. 37).
Desta forma, concebemos que suprimida a moderação, que foi marginalizada por Fleira e posteriores teóricos,  os parênteses também se inseriram nesse uso desmoderado. Assim, passou-se a surgir textos dos mais variados gêneros onde notou-se parênteses em praticamente todos os parágrafos. Mais tarde, seu uso se estendeu e desembarcou de vez nos artigos científicos acadêmicos (ACA).

E qual o problema? (Conclusão)

Discutir aqui sobre esse assunto não significa necessariamente que há problema nele. Tampouco queremos sugerir sugestões. Apresentamos tais usos devido a sua notável presença em praticamente todos os ACA, o que acaba tornando a produção textual em algo padrão. Citamos como exemplo agora a palavra vida. Ela aparece em vários títulos como A (des)vida de Pedro no lugar de Vida e morte de Pedro. Porém, não se fala da morte dele, mas apenas de sua vivência. Seria o mesmo se, ao invés de utilizar a palavra fim para encerrar este artigo, eu utilizasse (des)início.
Imagem: http://abra-seus-parenteses.blogspot.com.br

As Crônicas de Nárnia

quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Hoje, finalmente acabei de ver os 3 filmes de "As Crônicas de Nárnia" e estou emocionado. Que filme lindo! Fotografia, trilha sonora, enredo, tudo! Se você ainda não assistiu ao filme ou leu o livro, recomendo que faça isso. Pretendo ler o livro ainda esse ano.

Mas neste post não falarei do enredo em si. Falarei das emoções que esta trama me trouxe. Acho que já disse em um texto anterior que filmes que têm largas passagens de tempo sempre me emocionam, como, por exemplo, "O homem bicentenário" e "Inteligência Artificial". Em "As Crônicas de Nárnia", a passagem de tempo não é nem o foco, mas há o jogo entre os dois mundos. Londres, ondem vivem os personagens principais e Nárnia, local "mágico" onde toda a trama se passa. Um dos fatores que me emocionou foi o fato de que viver tudo aquilo que os personagens viveram em Nárnia não poder ser vivido outra vez. A impossibilidade deles voltarem para Nárnia (que fica evidente no segundo e terceiro filme) e reverem os amigos que fizeram lá.

As Crônicas de Nárnia
Imagem: reprodução.

Esse simples fato, que talvez muitos nem ligaram, me comoveu muito, pois, inevitavelmente, pensei na passagem da nossa vida. Vivemos mesmo em uma linha reta, sem paralelas, sem curvas, mesmo que pensemos ao contrário disso. Um dia, chegaremos num ponto e quereremos olhar pra trás e reviver algo, mas isso não será possível e nossa memória nos trairá, perderemos rostos, lembranças, sons, cheiros... Enfim, tentaremos lembrar das pessoas com quem vivemos agora e não conseguiremos.

Quando acabei de assistir ao último filme, fiquei com vontade de rever o primeiro. Quis voltar ao início. Mas isso não é possível em nossa vida. Não vou dizer aqui que por isso devemos viver cada dia como se fosse o último, pois creio que muita gente já disse, é assunto batido (e eu concordo com isso). Digo apenas que tenhamos consciência de que a vida é curta e rápida. A porta que hoje está aberta, um dia se fechará. As luzes se apagarão e subirão os créditos finais da sua vida.

Falar de coisas que ninguém entende

terça-feira, 12 de agosto de 2014
Sou uma pessoa de poucas palavras. Falo muito menos daquilo necessário. Tanto é que a mensagem nos ônibus de "falar com o motorista somente o estreitamente necessário" pra mim é desnecessário. Dou um bom dia/tarde/noite e já tá bom. Porém, do pouco que me vejo falando, falo coisas que ninguém entende. Daí é pra acabar, não é?!
Pra começo de conversa, a criação do meu primeiro blog se deu a minha necessidade de falar coisas. Deu um pouco certo, eu acho. Eu falava em textos escritos. Falei até que demais nessa linguagem escrita virtual. Até dialoguei, recebendo comentários e respondendo eles.
Imagem mostrando Dilma falando coisas que ninguém entende.
Imagem: http://acidezmental.xpg.uol.com.br

Porém, saindo da virtualidade, as coisas não mudaram muita coisa cara-a-cara. Me condiciono a falar (quando preciso) somente aquilo "no que se refere" ao lugar onde estou. Por exemplo, se estou na universidade, falo sobre estudos, trabalhos, provas, etc. Se estou na internet, também falo de coisas relacionada. Mas, a internet é muito grande e muita gente prefere ficar no ovo das redes sociais. Isso é ruim e limitado. Fale para um internauta sobre CSS3 e veja a resposta:
Sim, já joguei muito Counter Strike, o melhor é o 1.6 e não conheço a versão 3; me passa o link?!
Esse é um exemplo simples, mas o pior não para por aí. Isso fica trágico quando blogueiros  também não sabem o que é isso. Trágico porque usamos isso o tempo todo nos nossos blogs pra dar um "estilo" ao nosso gosto.
Tá querendo ser invisível?! Então toma: rgba(255,255,255,0).
Além de CSS3, gosto de outras linguagens e tenho outras coisas que gosto de fazer, mas que não tenho com quem conversar, já que a pessoa boiaria na maionese.
Ontem, editei um vídeo e a imagem estava muito chapada.
Bom, como eu já disse uma vez (no outro blog, algumas coisas são feitas solitariamente mesmo. Não tem jeito. Se não tem ninguém mais pra conversar sobre isso, fale consigo mesmo.
Muito bom esse post; parabéns! 

10 mil visualizações

quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Parabéns pra nós, pois hoje chegamos à marca de 10 mil visualizações. E como sempre fiz, vamos comemorar mostrando as outras 10 mil coisas que aconteceram no mundo afora. Vamos lá!!
A primeira e mais marcante é a do eu-lírico da canção, que diz que nasceu há dez mil anos atrás. É impossível, humanamente falando, ser tão velho assim. E não sei se você percebeu, mas há um erro nesta frase. Viu? Então veja: o correto seria Eu nasci há dez mil anos ou Eu nasci dez mil anos atrás. Bom, mas deixa isso pra lá, até porque Raul já morreu e não pode mais corrigir esse erro.
No mercado livre, tem um cara vendendo uma nota de 10 mil réis. O interessante é que na vigência dessa moeda, o Brasil era chamado de República dos Estados Unidos do Brasil. Curioso né?! Se te interessou, você pode adquiri-la por "apenas" 160 reais. Detalhe: a nota é usada.
A Suíça vota proposta de salário mínimo de 10  mil reais. Imagina só como essa notícia seria uma maravilha aqui no Brasil. Mas do jeito que vamos, acho que isso ficará apenas nos sonhos.
10 mil visualizações do blog Mas qué sé yo
10 mil visualizações
Bom, não encontrei muitas outras coisas interessantes sobre o 10 mil, como quando atingimos a marca de mil visualizações, em janeiro deste ano. Então, vou parar por aqui.
Quero agradecer a todos que leem esse blog, aos que comentam e aos que compartilham alguns posts nas redes sociais. A minha ideia mesmo é essa, que vai desde entretê-los com contos até ajudá-los com dicas e tutoriais. Muito obrigado!!

A última nota (final)

terça-feira, 5 de agosto de 2014
Na escuridão do palco, onde não tinha mais ninguém, a luz ao centro evidenciava a expectativa e espera da lua. Estava quase na hora dela partir, pois o sol já tomaria seu turno. Esperar nunca é bom, mas talvez valha a pena quando o esperado é algo magnífico. Enfim, as madeiras rangeram e passos se ouviram. Era a solista. Era ela, com um longo vestido vermelho. Foi ao meio da luz para que a pudessem ver melhor, mesmo que somente a lua a estaria vendo.

Ver parte um aqui.

Do lado de fora, agora não se escutava mais a harmonia de antes, mas apenas o agudo do violino. A solista, de fato, solava. Sem plateia presente, mas presente à lua, ao céu. Todos os ensaios noturnos dela nunca foram para o concerto daquela noite, pra aquela gente desconhecida. Todas as noites foram para a lua, para aquela bola branca que sempre a estava olhando. Ela estava tocando para o céu, pois lá tinha alguém escutando e apreciando aquelas notas.

E assim foi, ela, que não tinha nome, que não era ninguém, que não pôde entrar no teatro por não ter uma casa, mas que sonhava em tocar um dia na orquestra, em solar naquele meio palco, que nada mais era que um espaço vazio, ela que sempre sonhou, pôde, naquele fim de noite, tocar a última nota.

Quando amanheceu, no teatro se viu muitas viaturas da polícia e uma ambulância. Dois paramédicos saíram de lá com um corpo de uma menina. Aparentava ser uma moradora de rua. Ninguém soube dizer quem ela era nem o que estava fazendo no teatro fechado. Em um dos seus bolsos, foi encontrada uma partitura.

Imagem: arquivo pessoal.

Fim.

Adblock Detectado

Percebemos que seu AdBlock está bloqueando propagandas no nosso blog.

Desative-o, por favor, também não gostamos de janelas abrindo aleatoriamente, então não temos dessas aqui.

Muito obrigado!